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Notícias

Homenagem a Jorge Maurício

Foi no dia 3 de Agosto de 2003, há seis anos, que faleceu o Coronel Jorge Maurício. Homem íntegro e dedicado, amigo do seu amigo, que sabia fazer e manter amizades, dedicando toda a sua vida ao serviço da Associação dos Deficientes das Forças Armadas. Merece bem ser lembrado para sempre nos nossos corações!

Acredita, que estejas onde estiveres, vais permanecer sempre no nosso seio!


A Direcção
 

Delegação de Viseu

Nas reuniões da ADFA- Delegação de Viseu, temos analisado o fenómeno da legislação e temos feito chegar á Direcção Nacional as nossas preocupações, aconselhando a ADFA a seguir o rumo certo para a resolução destes problemas.

No dia dois de Julho, representantes da Delegação reuniram com a Direcção Nacional, onde foi analisada a saúde; 134/97 de 31 de Maio; serviço/campanha; IAS; viúvas; deficientes em serviço; IRS; tramitação de processos e grau de incapacidade atribuído pelos Ramos – Exército; Força Aérea e Marinha e a diferenciação de tratamento e reconhecimento. Nos serviços, falámos da contabilidade; Galp Frota e tratamento dos cartões de deficiente das Forças Armadas.

Apresentámos á Direcção Nacional um documento, que entendemos, deve ser apresentado ás entidades políticas, militares e civis. Não querendo impor nada, apenas desejar ver, urgentemente, tratados e reconhecidos os direitos de todo o universo da família deficiente militar.

Boas Férias!


A Direcção

 

O Gesto

Na vida acontecem muitas coisas. Quando efectuei uma greve de fome, em defesa dos direitos do universo dos deficientes militares, conheci da Assembleia da República, deputados de diversos Grupos Parlamentares.

Fizeram, todos eles, discursos brilhantes, mesmo até os representantes do Governo, achando justas as reivindicações mas só não as podiam pôr em prática pela crise em que Portugal está mergulhado!

A revolução que o Governo desenvolveu com tantas reformas, realça aquela que foi referenciada pelo Primeiro-ministro de Portugal e Secretário-geral do PS, quando no seu Partido afirmou que «ia tirar aos deficientes ricos para dar aos deficientes pobres», aí traçou o destino dos deficientes das Forças Armadas, modificando por completo a qualidade e modo de vida dos cidadãos deficientes militares!

Portugal tinha uma legislação reconhecida pelos governos anteriores e que foi sendo melhorada no Governo de Cavaco Silva e seguidamente por António Guterres, que reconheceu a saúde a 100% para o universo dos deficientes militares e família e através do seu Ministro da Defesa Nacional António Vitorino, fez aprovar o Dec. Lei 134/97 de 31 de Maio, o que quer dizer que quando os governos mexeram nos direitos da família deficiente militar, sempre foi para melhorar.

Quando se fala de deficientes das Forças Armadas é empolgante porque se fala de uma importante página da história de Portugal ainda viva, que não é por acaso que o Parlamento e a comunicação social deu ao assunto grande importância, falando destes mais de uma semana e deitou por terra as ideias do governo de José Sócrates, que escreveu a páginas negras esta parte da história de Portugal e os deficientes militares ao roubar-lhes direitos e mesmo quando fez aprovar, parcialmente, a lei da saúde a 100%, utilizou a lei travão da Assembleia da República para entrar em vigor só a partir de 1 de Janeiro de 2010, á espera que até lá, ainda morram mais umas dezenas ou centenas de combatentes deficientes militares, para a ajuda da tão proclamada recuperação da crise!... Sei que a Comissão Parlamentar de Defesa na Assembleia da República aprovou a saúde a 100% para todo o universo dos deficientes militares, que foi votada por todos os Partidos, por aclamação (muito bonito), mas a lei foi publicada abrangendo só os deficientes das Forças Armadas, deixando de fora todos os outros e as mulheres! Como é que é possível?

Não sei se a Assembleia da República celebrou o contributo que estes homens deram ao fim de guerra colonial á paz e á liberdade em Portugal e aos povos africanos, mas o que é um facto é que se celebrou, só o podia fazer abrangendo o universo da família deficiente militar e deixarem-se de palavrões, ofensas, atentados á integridade, que chega aos gestos dos “cornos” ou “corninhos”, esquecendo-se que estão na casa mãe da democracia para governar Portugal e dar melhores condições aos portugueses. Triste espectáculo!

A actual Direcção Nacional da ADFA para não ser enganada, como o foi a Direcção Nacional anterior, pós-se em campo, lutou, falou com os deputados, Grupos Parlamentares, Defesa Nacional, etc e em tempo recorde fez aprovar e sair em Portaria que aprova a saúde a 100% para os deficientes militares em serviço e assim sim, a 01 de Janeiro de 2010, todos os deficientes militares tem direito a saúde a 100%, mas que: as mulheres ficam de fora, igual a ADSE!

Deixem-se de gestos e gestinhos de “cornos” ou “corninhos” e cumpram Portugal!

Entretanto, que todos tenham gozado, boas férias!



João Gonçalves

 

Reunião do PSD

O Partido Social Democrata com os seus deputados a Assembleia da Republica, solicitou uma reunião a Direcção da Delegação da ADFA de Viseu para se inteirar do estado em que vivem os deficientes militares das Forças Armadas. A reunião foi no dia 11 de Setembro as 11 horas, estiveram presentes pelo PSD o Dr. Almeida Henriques, de Viseu, Teresa Santos de Lamego, João Carlos Figueiredo, de Tondela e Helena Oliveira, de Viseu. Pela ADFA, pessoas dos Órgãos e alguns associados.

Agradeceu a Direcção a presença dos senhores deputados a quem apresentou o processo reivindicativo da ADFA- Para Um Futuro Com Dignidade- o projecto da Delegação  de Viseu e projecto do Dec. Lei VIII- Promove os Militares Deficientes das Forças Armadas ao posto a que teriam ascendido, se tivessem permanecido na situação de serviço activo.

Ora, depois de analisados estes pontos da vida dos deficientes militares das Forças Armadas e ouvidas as palavras de reconhecimento e admiração pelo serviço exemplar prestado a Pátria pelos militares deficientes e dever da Nação reconhecer e apoiar aqueles que a serviram, com amor e abnegação, colocando em risco a própria vida, como aconteceu com os companheiros falecidos em combate.

Nesta reunião ficou demonstrado o empenho dos senhores deputados, prometendo tudo fazer na Assembleia da Republica para que seja feita justiça aos deficientes militares das Forças Armadas. Bem haja!


A Direcção

 

Eleições ADFA

Na reunião de Direcção de Agosto do ano de 2009, foram abordadas as eleições a realizar em Novembro deste ano, pelo que venham estes Órgãos ou outros a candidatar-se, daqui de Viseu, se apela a união ao entendimento e a participação associativa, pois só assim se vai conseguir manter, actualizar e fazer valer o direito de todos os deficientes militares das Forças Armadas e família- esposas e filhos.

Participa na votação, não faltes!

A Direcção

 
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